28 de setembro de 2015

Confira na íntegra o que rolou no evento MobiCidade

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Na semana passada apresentamos a descrição dos projetos para mobilidade urbana que serão selecionados e internalizados no MobiLab.

Os projetos terão foco em gestão pública e mobilidade urbana, com financiamento entre R$50 mil e R$200 mil reais divididos em 3 categorias, com duração de 6 a 24 meses, priorizando o desenvolvimento em open-source. A chamada se destina a microempreendedores individuais ou micro, pequenas e médias empresas.

A ideia é trazer startups e empreendedores para dentro do governo, “a gente observa o setor privado inovando, apresentando novos produtos, serviços mais rápidos e com mais qualidade. Entregando mais por menos. Enquanto isso, o setor público não vem inovando. As maneiras tradicionais que o setor público vem contratando tecnologia não garantem a inovação e além disso, não garantem a participação popular e a transparência”, afirmou Ciro Biderman, chefe de gabinete da SPTrans que coordena o MobiLab.

Ricardo Poppi, da Secretaria Geral da Presidência da República, apresentou os programas que vem sendo realizados pelo governo federal através da construção de tecnologia para promover participação social. Os palestrantes Breno Moraes, da BrasilByBus, e Rogério Guimarães, da Motonow, apresentaram seus casos de sucesso que foram acelerados pela StartupBrasil. “É importante que o poder público fique atento às novas tecnologias que estão surgindo, pois elas [startups] não só trazem benefícios aos usuários, mas muitas vezes auxiliam o poder público em várias questões que ele próprio não consegue gerir”, explicou Rogério.
Os projetos, que poderão ser aplicativos para smartphones e computadores, ferramentas digitais ou softwares, deverão apoiar o município na gestão de temas relevantes para a cidade, como a contagem volumétrica em ciclovias, planejamento participativo do trânsito, além de sistemas de monitoramento de transporte coletivo privado ou de operação de semáforos de tempo fixo. Outros projetos poderão ser um aplicativo móvel para registrar reclamações de usuários dos ônibus e um sistema de atendimento à pessoa com deficiência que deseja se cadastrar no serviço Atende ou táxi acessível. “Esses aplicativos, ferramentas ou dispositivos são essenciais para que a gente, além de ter as informações, também possa tomar decisões e tenha controle do sistema. Isso é ainda melhor se for feito com um preço mais adequado, que é o que queremos com esse edital”, afirmou o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto.

Confira os projetos preliminares (veja a descrição completa clicando aqui):

  • Automação back office – infrações e multas;
  • Automação do processo de vistoria e inspeção;
  • Contagem volumétrica em ciclovia;
  • Planejamento participativo do trânsito e do transporte;
  • BI para o sistema de transporte de cargas + OD de carga;
  • Sistema de monitoramento de transporte coletivo privado;
  • Projeto e desenvolvimento de sistema centralizado de operação de semáforos de tempo fixo;
  • Rotas para cargas super-dimensionadas;
  • BI de ocorrências de trânsito e atividades de campo;
  • Aplicativo móvel para registrar reclamações de usuários;
  • Atendimento à pessoa com deficiência.

 

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